As mulheres devem ser forçadas a ter sexo?
A resposta da classe política europeia nos últimos trinta anos tem sido inequivocamente: sim.
Senão vejamos.
Zbigniew Brzezinski, o
anterior secretário de Estado do tempo do presidente Carter, disse que os
europeus deviam ser forçados à adesão da Turquia. E porquê? Completam os
políticos europeus: porque é bom para a Europa. Aliás, eram os próprios turcos,
que em 1992 forçaram a sua adesão em troca de aceitar novos países na NATO, a
dizer que era melhor para a Europa que ara eles. Nenhum país europeu candidato tinha
tido tal pretensão. O que é bom deve ser forçado. Nisso os turcos dão-nos
lições. Forçaram os europeus a coisas que os próprios turcos acharam boas.
A Europa deve receber
imigrantes, sobretudo de países muçulmanos. Porquê? Porque é bom para a Europa.
Por isso os países que não os querem receber devem ser punidos. É tão bom ter
esses imigrantes que todos esperávamos que todos os países quisessem ficar com
todos eles. Mas não. Querem impor aos outros uma coisa que dizem boa. É o que
se chama de generosidade agressiva. É bom, e portanto devemos forçar os outros
a ter. Imigrantes, portanto.
A lógica completa-se com
trinta anos no Reino Unido, em que raparigas brancas são violadas e tornadas em
escravas sexuais. A polícia nada faz quando os pais reclamam. E se estes
insistem são acusados de racismo. Em 2015, perante centenas de alemãs violadas
por muçulmanos, as ONG defensoras dos direitos dos homens dizem que as alemãs
têm de compreender que os muçulmanos têm o colonialismo incorporado que é a
origem da sua revolta. Se tivermos em conta as potências imperiais nos países
muçulmanos do Levante, esse argumento mandaria que fossem turcas e não
europeias a ser violadas. Violemos turcas, portanto? Haverá alguém que o pretenda?
Seja. Já sabemos. Se for
bom deve ter obrigatório. A imposição do bem é comovente sobretudo da parte de
quem não vê além disso.
Ou seja, mandam os
políticos europeus que as europeias devem ser violadas. E, quem gosta, assim
lhes dê esse crédito.
Alexandre Brandão da
Veiga

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