terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Ajuda

1) O Banco Alimentar contra a Fome é uma grande ideia e todos os anos contribuo. Mas é uma ideia que podia talvez ser melhorada. O Banco recolhe alimentos à porta dos supermercados que depois são reunidos num armazém e organizados para distribuição. São milhares de sacos cheios das mais variadas coisas. Dantes não havia indicação do que dar e agora isso mudou havendo algumas indicações. Todavia, este sistema implica seguramente altos custos de organização, que só devem compensar porque o trabalho é voluntário. Mas, mais importante, implica que os alimentos sejam dados a preço de retalho e que não se saiba o verdadeiro valor das dádivas. Este sistema podia continuar, dado o sucesso da adesão, mas podia ser acompanhado de uma alternativa: a de se poder dar em talões pagos também nas caixas dos supermercados, talões que depois seriam trocados nos supermercados mas a preços por grosso e portanto mais baixos. Isto podia ainda reduzir os custos de operação. Não sei o que me deu para escrever isto aqui, pois não deve chegar ao destinatário e seguramente alguém já pensou em melhorias deste tipo. Mas mesmo assim aqui ficam as palavras.

2) Não se esqueçam que na declaração do IRS se pode dar 0,5% do rendimento a associações de beneficência. Bem sei que é pouco mas sempre é algum que se tira das unhas do Estado. Se houvesse um site onde se pudessem escolher as associações a quem se quer dar, seria óptimo. Uma espécie de associação das associações. Isso existe?

2 comentários:

Redonda disse...

Todas as ideias para ajudar são boas. Já existe a possibilidade de através de talões os supermercados que colaboram com o Banco Alimentar contribuírem ao longo do ano, ou seja, durante as campanhas as pessoas, individuallmente, deixam na caixa os talões correspondentes a azeite, óleo, leite, etc. e o supermercado garante a entrega mais tarde. Desta maneira é possível contabilizar alguma coisa; haver entregas de mantimentos fora dos fins-de-semana das campanhas e facilitar o armazenamento que fica a cargo dos supermercados.

Pedro Lains disse...

Uma vez reconhecido o problema, procuram-se depois os melhores instrumentos para o ultrapassar.