sábado, 3 de maio de 2008

O paraíso

Afinal o paraíso sempre existe. E para alcançá-lo basta aprender a ler em holandês.





7 comentários:

Helena Forjaz disse...

Se calhar à boa maneira portuguesa podemos levar o "nosso livrinho num saquinho" e aproveitar o espaço do paraíso.
Afinal, mesmo antes de o ler apenas olhar é já um previlégio.
Como diria Sophia de Mello Breyner " de tudo quanto vejo me acrescento"...obrigada Pedro por ter trazido aqui esta aspiração ao paraíso.

sofia rocha disse...

A ideia parece muito boa: esteticamente é muito belo. Pergunto-me se em tal lugar não continuaremos a ter a tentação de falar baixinho, esmagados pela memória do lugar. Continua a ser um lugar de culto.

Manuel S. Fonseca disse...

Se repararem bem, na 2ª foto, na banca entre as colunas, está um álbum 30x30, cartonado e profusamente ilustrado, com o título "Fama e Segredo na História de Portugal", de Agustina Bessa-Luis. Com um grafismo "risqué" do Luis Miguel Castro. E se não está devia estar!

sofia rocha disse...

Por falar na Agustina: alguém viu a entrevista de Paulo Teixeira Pinto, em que a propósito da editora Guimarães, falava da autora e da obra? Vão republicar a obra na totalidade e ainda um dicionário com as personagens. Foi o único momento da entrevista em que o vi levitar. E pensei para comigo: há coisas que surgem dos sítios mais inesperados!

Inez Dentinho disse...

Aqui não se pode falar de santa ignorância. Ou pode?

Anónimo disse...

Pois, não é que eu goste de ser do contra, mas por muito bom e belo que seja o retauro dessa Igreja, a função de um templo Sagrado não é a de biblioteca, ou de cafetaria, mas para rezar e fazer actos de culto.

( Isto faz-me pensar também na analogia de um milionário excentrico que comprasse um estudio de televisão decrépito para o restaurar e depois enchesse as emissões a ler G. Debord e K. Popper contra a indústria e os próprios mass-media audiovisuais e os publicitarios, etc.; ou então que o restaurasse para servir de sala de Tribunal julgamentos sumários a abusos manipulativo-informativos; ah, ah, ah, tinha se comprar um grande estúdio...)

Donde, isto trata-se sim de uma profanação, sem qualquer charme e muito menos qualquqer piada!

Com os melhs. cumpts.,
CCInez

Pedro Lains disse...

Gosto dos comentários da Inez: sempre enigmáticos. Às vezes percebo outras não. Assim é que sabe bem.