terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

A ASAE e o Futebol

Era talvez exagerada a notícia de que a ASAE era a nova Pide e que a sua apertada vigilância anunciava o fascismo, sobretudo se atendermos à apreensão de 50 toneladas de carne imprópria para consumo (em português da primária: podre) no entreposto de Albufeira. Chamo inútil, tímida e paranoicamente a atenção para um dado objectivo: a carne era de origem suína, bovina e caprina. Mas nem tudo está contra os prevaricadores. Há atenuantes: parte da carne destinava-se ao mercado espanhol.
A despropósito, ainda gostava de saber quem foram as sociológicas e brilhantes mentes que definiram a ditadura nacional como o fascismo dos três éfes. Uma rápida volta pelos verdes campos da democracia de Portugal (e não só) mostram como o Futebol é, da lusíada periferia às tundras do czar, a mais optimista e triunfal das ideologias. E se é música global que procuramos, de Saura aos Goyas com passagem pela World Music, já ficámos a saber que o lugar do Fado é o mundo. Quanto a Fátima, cala-te boca que graças a Deus muitas, graças com Deus poucas.

8 comentários:

joshua disse...

Ninguém, a não ser tu, Manel, se atreve a declarar que o Futebol é o Ópio do Povo, o grande cloromorfizador do sentido crítico e da vigilância política, dever dos cidadãos.

Ele absorve as energias e as salivas, toda a tinta que por ele se verte já não verte por um delicado naco de literatura universal. Perante o Futebol, dá-se a fuga da criatividade ou o seu encolhimento prega-de-pele, pénis recluso.

Fado? É preciso rever a posição das vogais. Fátima? Não é assunto a não ser para os interessados.

PALAVROSSAVRVS REX

Pedro Marta Santos disse...

caro Joshua: quanto ao "perante o futebol, dá-se a fuga da criatividade", irei enviar-lhe brevemente uma colagem pós-moderna dos dribles, túneis, pontapés de moinho, pontapés de bicicleta, cruzamentos letais, insolências assasinas e os mais graciosos desafios à inércia de Puskas, Simões, Cruyff, Best, Platini, Cantona e um miúdo cigano que dava toques na chincha na Praça de Espanha e quase provocava acidentes nesse fim de tarde cansada: Ricardo Quaresma. Depois devolve-me em lágrimas de comoção, junto com a missiva "nunca pensei que tanto fosse..." (quanto à literatura universal, leia p. f. o que Cela e Borges têm a dizer sobre o assunto)

Pedro Marta Santos disse...

caro Joshua: quanto ao "perante o futebol, dá-se a fuga da criatividade", irei enviar-lhe brevemente uma colagem pós-moderna dos dribles, túneis, pontapés de moinho, pontapés de bicicleta, cruzamentos letais, insolências assasinas e os mais graciosos desafios à inércia de Puskas, Simões, Cruyff, Best, Platini, Cantona e um miúdo cigano que dava toques na chincha na Praça de Espanha e quase provocava acidentes nesse fim de tarde cansada: Ricardo Quaresma. Depois devolve-me em lágrimas de comoção, junto com a missiva "nunca pensei que tanto fosse..." (quanto à literatura universal, leia p. f. o que Cela e Borges têm a dizer sobre o assunto)

Pedro Marta Santos disse...

caro Joshua: quanto ao "perante o futebol, dá-se a fuga da criatividade", irei enviar-lhe brevemente uma colagem pós-moderna dos dribles, túneis, pontapés de moinho, pontapés de bicicleta, cruzamentos letais, insolências assasinas e os mais graciosos desafios à inércia de Puskas, Simões, Cruyff, Best, Platini, Cantona e um miúdo cigano que dava toques na chincha na Praça de Espanha e quase provocava acidentes nesse fim de tarde cansada: Ricardo Quaresma. Depois devolve-me em lágrimas de comoção, junto com a missiva "nunca pensei que tanto fosse..." (quanto à literatura universal, leia p. f. o que Cela e Borges têm a dizer sobre o assunto)

Pedro Marta Santos disse...

caro Joshua: quanto ao "perante o futebol, dá-se a fuga da criatividade", irei enviar-lhe brevemente uma colagem pós-moderna dos dribles, túneis, pontapés de moinho, pontapés de bicicleta, cruzamentos letais, insolências assasinas e os mais graciosos desafios à inércia de Puskas, Simões, Cruyff, Best, Platini, Cantona e um miúdo cigano que dava toques na chincha na Praça de Espanha e quase provocava acidentes nesse fim de tarde cansada: Ricardo Quaresma. Depois devolve-me em lágrimas de comoção, junto com a missiva "nunca pensei que tanto fosse..." (quanto à literatura universal, leia p. f. o que Cela e Borges têm a dizer sobre o assunto)

Pedro Marta Santos disse...

caro Joshua: quanto ao "perante o futebol, dá-se a fuga da criatividade", irei enviar-lhe brevemente uma colagem pós-moderna dos dribles, túneis, pontapés de moinho, pontapés de bicicleta, cruzamentos letais, insolências assasinas e os mais graciosos desafios à inércia de Puskas, Simões, Cruyff, Best, Platini, Cantona e um miúdo cigano que dava toques na chincha na Praça de Espanha e quase provocava acidentes nesse fim de tarde cansada: Ricardo Quaresma. Depois devolve-me em lágrimas de comoção, junto com a missiva "nunca pensei que tanto fosse..." (quanto à literatura universal, leia p. f. o que Cela e Borges têm a dizer sobre o assunto)

Pedro Marta Santos disse...

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Pedro Marta Santos disse...

caro Joshua: quanto ao "perante o futebol, dá-se a fuga da criatividade", irei enviar-lhe brevemente uma colagem pós-moderna dos dribles, túneis, pontapés de moinho, pontapés de bicicleta, cruzamentos letais, insolências assasinas e os mais graciosos desafios à inércia de Puskas, Simões, Cruyff, Best, Platini, Cantona e um miúdo cigano que dava toques na chincha na Praça de Espanha e quase provocava acidentes nesse fim de tarde cansada: Ricardo Quaresma. Depois devolve-me em lágrimas de comoção, junto com a missiva "nunca pensei que tanto fosse..." (quanto à literatura universal, leia p. f. o que Cela e Borges têm a dizer sobre o assunto)